quinta-feira, 10 de abril de 2014

Salários Offshore - Porque se começa ganhando pouco? - parte 1

Caros blogueiros,
Ultimamente tenho recebido alguns relatos de pessoas que, trabalhando onshore, desejam migrar para a área offshore.
Então elas me abordam com o seguinte dilema, pedindo a minha opinião sincera:
" Eu hoje ganho cerca de R$ 2.000,00 (abril/2014). Você acha que vale à pena eu gastar com cursos e ir tentar uma carreira offshore? Quanto se ganha no offshore, inicial? "

Daí eu respondo: Um piloto de ROV trainee, ou um Auxiliar técnico, da área de manutenção, deve ganhar "em torno" de R$ 3.000,00.

No que a pessoa replica: " Noooossa, mas é muito pouco! Eu só vou mudar de atividade, se for no mínimo para dobrar meu salário, e ganhar uns R$ 4.000,00. "

E essa pessoa quer que eu diga o que? Eu não gosto de dar opiniões, pois eu acho que o que serve para mim, talvez não sirva para o próximo. Eu prefiro mostrar fatos, e cada um que tome as suas decisões.

Constantemente eu me pego sendo perguntado: " Vc acha que vale à pena??"

Eu penso com meus botões, (gostaria de falar), mas não falo:
Valer à pena, não vale! Nada neste país de corruptos vale à pena! Vc acha que valeu à pena eu gastar R$ 42.000,00 (em 2010), para me formar em engenharia de computação? Não, porque nessa hipocrisia de mercado de trabalho brasileiro, um engenheiro com mais de 30 anos não tem vez. E EU NUNCA TRABALHEI COMO ENGENHEIRO. NUNCA tive sequer, a oportunidade de fazer uma entrevista, para engenheiro, pois me formei quando tinha 40 anos.

Mas como um ser humano em constante evolução, cantando meu mantra de paciência, eu respondo:
Investir em sua própria educação, sempre vale à pena! Mesmo que seja apenas para você dar orgulho aos seus pais, e a sí mesmo. .... Como foi o meu caso.

Voltando aos candidatos:
Você acha que eu vou dar alguma opinião a respeito, para eles mudarem suas vidas? Não, essa não é a minha intenção, com o trabalho voluntário deste post.

Minha função é ........... e eu digo isso, a partir de uns tempos para cá .. digo a todos:

Amigo(a), é o seguinte. Eu não sei se nada vale à pena. Só sei que eu entrei para offshore com MAIS DE 40 ANOS, e não tive ajuda, nem indicação de ninguém.
Então, antes de você ficar tecendo hipóteses, se vale à pena entrar, para ganhar pouco, ou não ....

Primeiro você faz o seguinte: Faz as provas, passa, e depois você decide!
Olha que legal!
Ao invés dele ficar supondo que vai ou não ganhar muito ...... caraca, o cara nem sabe se vai ter capacidade para entrar, e fica jogando seus conflitos para que eu opine!!;
Ele nem sabe se tem inteligência suficiente para passar num processo seletivo, onde entram 250, e terminam 20 entrando na empresa (assim aconteceu comigo).


Então meu amigo, ou minha amiga, vamos fazer o seguinte:
Pergunte-me sobre fatos, que eu lhe direi os fatos, com toda sinceridade possível.

Porém não me peça para tomar as suas decisões, que eu já tenho as minhas, e foram bem amargas!
Se aqui fosse um blog existencial, (mas é profissional), eu relataria que já pisei na lama do fundo do poço por várias vezes, e o poço NUNCA me engoliu.

Então, profissionalmente falando, eu digo:
Tente, estude, passe nas provas ... e depois decida-se onde vc quer ficar !!

Vou relatar um outro caso, com outra pessoa: Ela me perguntou: "O que vc acha? Eu devo entrar na sua empresa, que é tão difícil de passar, e para ganhar tão pouco, ou entrar na Petrobrás??"

Sabem o que eu tive que responder, educadamente?:

"Faz o seguinte, entra na que você passar primeiro, e vai tentando a outra". Tô errado???

Ela não gostou da minha resposta não ... vai entender!!

Eu vou continuar neste assunto, pois sobre o título, ainda falta!!!!!!
Boa sorte à todos!

sábado, 5 de abril de 2014

A pergunta que o presidente da IBM sempre faz, durante a entrevista.

Achei interessante este artigo, pois aconteceu comigo:
Quando entrei na Subsea7, em janeiro/2011, o gerente me fez esta mesma pergunta, na 3ª fase do meu processo seletivo. Então vamos lá ...

São Paulo – Rodrigo Kede, o mais jovem executivo a assumir a cadeira de presidente da IBM no Brasil, costuma dizer que tem um “quê” de geração Y. Aos 40 anos, ele se identifica com a inquietude que define os jovens de hoje. “Estou sempre procurando coisas novas e aprendizado”, disse ontem em mais uma edição do Na Prática, bate papo online organizado pela Fundação Estudar.
Para ele, foram os desafios propostos e as mudanças na trajetória que o motivaram a seguir carreira na IBM. E lá se vão 20 anos, entre a entrada como estagiário da empresa e a chegada ao posto mais alto da IBM no Brasil.
Ao longo deste tempo, um dos seus lemas de carreira foi e continua sendo nunca se acomodar. “Crescimento e conforto não coexistem, você tem que sempre estar fora da sua zona de conforto para estar crescendo e progredindo”, diz Kede.
Ele diz que, por isso, uma frase de Walt Disney sempre o norteou: “gosto do impossível porque lá tem menos concorrência”.
Por aí já dá para ter uma ideia do que ele valoriza no perfil de quem quer trabalhar na IBM. “Gosto de pessoas que estejam a fim de aprender, conhecer outras coisas e que estejam abertas a aceitar feedback”, diz.
Ele também afirma que não contrata gente que está de mal com a vida e defende a diversidade das equipes. “Um negócio, para ser bem-sucedido, precisa disso”, explica.
Mas uma pergunta é crucial no processo de avaliação de um candidato, independente do nível da posição em aberto: “O que você se vê fazendo nos próximos 5, 10 anos e no fim da carreira?”.
“É uma pergunta simples, mas é profunda e mostra muito do DNA da pessoa”, justifica. E ele já alerta: responder que se vê como presidente da IBM não é bem a resposta que ele quer ouvir. “Não gosto disso porque é uma consequência, não um fim”, diz.
Por outro lado, candidatos que demonstram vontade de transformar e liderar pessoas e de estarem envolvidos em algo que cause impacto na sociedade são os que se destacam mais aos olhos do jovem presidente. Mas o desejo precisa ser genuíno, afinal, respostas prontas e vazias não costumam fazer o menor sucesso na entrevista de emprego.
                                 FONTE: EXAME, disponível em: http://abr.ai/1fzq9f6

6 dicas para quem quer se dar bem na disputa de uma vaga para estágio ou trainee.

Navegar pelo site da empresa, estudar ou ter um traje apropriado não garante uma vaga em programas de estágio ou de trainee. Para que um candidato consiga uma oportunidade em um desses cargos, é preciso ir muito além dessas tarefas.
“Esse tipo de candidato precisa estar muito atento ao cenário macroeconômico. O mercado espera recrutar um profissional que possa em breve ajudar sua organização a reduzir custos, planejar e conhecer todas as etapas do processo”, explica Manoela Costa, gerente da Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees.
Veja abaixo algumas dicas da especialista para candidatos a vagas de estágio e trainee se darem bem em 2014:
1) Analise o cenário – Qual é o momento econômico? Quais são as tendências no mercado? Faça isso procurando matérias sobre o assunto, não considere apenas informações “de ouvido”. Há muitos blogs e sites conceituados, por exemplo, para auxiliar um candidato. A vaga que ele está procurando pode sim ter influência nos fatores econômicos.
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2) Analisou o cenário? Agora é hora de pensar em você! No que você é bom? Como você é reconhecido por seus colegas? Pense como você pode agregar para a empresa dos seus sonhos.
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3) Quais empresas você almeja para trabalhar? Como elas estão no atual momento? Procure conhecê-las e entender a cultura da empresa para ir se preparado para o processo seletivo.
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4) Autoconhecimento: para mostrar quem você é, é preciso que você se conheça, que saiba seus pontos de melhoria e seus destaques. Antes de ir para a etapa presencial, refresque sua memória: quais foram suas conquistas? O objetivo é que você tenha sua trajetória em mente e procure extrair o aprendizado levado em cada vivência.
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5) Conhecendo a si mesmo, permite você responder a uma importante pergunta: Aonde você quer chegar? Qual sua ambição de carreira? Pense como você imagina daqui alguns anos e, principalmente, o que você está fazendo de forma prática para chegar lá?
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6) Faça anotações de todas essas etapas, construa um raciocínio para que você mesmo possa entender e expor a sua caminhada na entrevista ou atividade em grupo do processo. Depois de tudo isso, entenda que você está pronto, você se preparou e então seja natural; você mesmo!

FONTE: ADMINISTRADORES, disponível em: http://bit.ly/1kGx3CB

Três Erros FATAIS em seu NETWORKING.

Muitos profissionais percebem que seu networking é inútil, quando precisam dele. Trabalham muito, dedicam-se à empresa, mas, na hora em que perdem o emprego, não conseguem recolocação por meio de seus contatos.
Isso ocorre porque, conscientemente ou não, cometem erros fatais para seu networking. Não há rede de relacionamento que resista a ações infelizes de seus participantes. Portanto, conhecer essas falhas e evitá-las é um fator de sucesso, principalmente no longo prazo. Afinal, qualquer um pode ser bem-sucedido por um ano ou dois, mas a carreira deverá durar décadas e, portanto, o foco deve ser no equilíbrio do sucesso de curta e longa duração.

1 - Ser desconhecido:
Por vezes, recebo mensagens de profissionais que pedem para ser indicados para uma oportunidade de emprego. Quando alguém lhe pede a sugestão de um médico, quem você indica? Provavelmente algum que você mesmo utiliza ou que seja conhecido por pessoas nas quais confia.
Um erro fatal muito comum é o indivíduo querer ser recomendado por alguém que não o conhece. Além de não ser indicado, sua imagem fica destruída, pois é evidente que é conhecido por poucos ou que aqueles que o conhecem não desejam ajudá-lo.

2 - Fazer networking somente quando está desempregado:
Quando um colega de longa data lhe chama repentinamente para almoçar, pode esperar duas coisas: ele vai pedir um emprego, e você é quem vai pagar a conta. Essa é uma das atitudes mais destrutivas que alguém pode ter: lembrar-se dos amigos somente nas horas de dificuldade. Na vida pessoal, isso já é visto com muitas reservas, mas, na profissional, é um motivo de fracasso no longo prazo. Pessoas não são instrumentos para seu sucesso, que você liga ou desliga somente quando precisa.
Amadureça e aprenda a conviver com indivíduos de seu setor ou considere mudar de carreira.

3 - Pedir ajuda a quem você prejudicou:
Muitos profissionais tratam bem somente seus chefes. Não contribuem com seus subordinados, pares e outros departamentos. São indiferentes aos clientes e aos concorrentes. Para piorar, tratam mal os fornecedores da empresa. De repente, ficam sem emprego e querem receber ajuda dessas pessoas.
Um de meus critérios de escolha das empresas das quais compro produtos e serviços é saber como elas tratam seus fornecedores. Na minha “lista negra”, recentemente ingressou uma famosa churrascaria em São Paulo, pois descobri que, além de pagar mal seus fornecedores, trata-os com desprezo. O mesmo ocorreu, há tempos, com uma rede de supermercados. Se a ética nos negócios é cada vez mais um fator de escolha do consumidor, imagine para sua profissão. Se você trabalha para uma empresa que trata mal seus fornecedores, funcionários e a comunidade, procure outro local para trabalhar, pois sua carreira fica em risco no longo prazo. Afinal, você será um agente dessas ações antiéticas e avaliado não como alguém que cumpre ordens, mas que faz essas ações.
Tenho observado pessoas que, ainda aos 30 anos, fazem atos que comprometem sua reputação. O resultado é que ainda têm, pelo menos, mais 30 anos no mercado, e seguramente passarão por muitas dificuldades na vida, pois ninguém desejará trabalhar com elas no futuro.
Como mencionei, o importante é que você seja bem-sucedido no longo prazo em sua profissão. Seja persistente, amadureça e cuide de sua rede de relacionamentos. Quanto mais comprometidos estivermos em agregar valor uns aos outros, para contribuir com propósitos elevados, mais próspero tornaremos o mundo.
Portanto, tenha cautela com seu desejo de ser bem-sucedido a qualquer preço. O sucesso requer preparo e cuidados de longo prazo.
Vamos em frente!

Sílvio Celestino - autor do livro Conversa de Elevador – Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira, Sílvio Celestino é sócio-fundador da Alliance Coaching.

FONTE: Administradores, disponível em: http://bit.ly/1oak1QB

O que significa NETWORKING? Para que serve, profissionalmente?

Networking é uma expressão usada para denominar a rede de contatos pessoais e profissionais, que se tornou essencial para quem quer se manter ativo no mercado de trabalho.
Tomado erroneamente por alguns como forma de conhecer gente influente, o network, ou trabalho em rede, é uma magnífica ferramenta para se conseguir viver em uma utópica sociedade trabalhista quase marxista (Moraes, 2005).
Segundo Coelho (2006) o networking é apenas mais uma ferramenta, que só será eficaz se vincularmos seu conceito de cultivar e promover boas relações, baseado em conduta ética e valor de troca, às competências, às habilidades e às atitudes de um profissional.
Ainda para Coelho (2006) a ética é primordial em tudo, assim como também na networking. Networking não é conhecer pessoas para usufruir do que elas podem oferecer e ponto final. Deve ser baseada na lei do ganha-ganha. Precisamos sempre nos lembrar de que uma moeda tem dois lados. É importante que resgatemos a conduta ética, o respeito pelo o outro. Esses valores precisam ser claros, são eles que vão nos tornar visíveis, que farão com que os contatos que adquirimos ao longo de nossa trajetória permaneçam. Nossas ações devem ser o reflexo de nossas palavras e vice-versa. Não dá para falarmos de relação com o outro sem ética, sem transparência. Uma boa rede deve ser sempre pautada nos atos de valorizar e respeitar as pessoas, no desejo sincero de ajudar.
Segundo Moraes (2005) o verdadeiro networker é quase religioso (amai-vos uns aos outros), é meio comunista (dividindo a riqueza com seus iguais), é um andarilho (não tem medo de gente, se misturando mesmo a mais heterogenia platéia).
Existe uma lei universal que rege o conceito do network: “Tudo que você der ao universo, voltará para você”!
Ainda para Moraes (2005) o network é uma ferramenta de compartilhamento de recursos e contatos. É muito mais a respeito de ceder ajuda a seus queridos companheiros, do que esperar que eles o façam por você. A mágica é justamente esta! A ajuda que você tanto precisa, vai chegar até você, sem que você precise pedir. Isto acontecerá, pois você já terá plantado as sementes certas.
O network (esta “açãozinha” de marketing pessoal por meio da qual cultivamos bons contatos profissionais, indicando-nos uns aos outros) já conseguiu grandes feitos (por bem e por mal), juntando provas irrefutáveis a seu favor!
Para Moraes (2005) antes de ser uma troca de contatos com profissionais do seu mesmo patamar, o network deve ser uma troca generosa com profissionais de competências e esferas diferentes das suas. É exatamente como se fazia antigamente: Eu planto feijão e você arroz. Desta forma, temos muito a trocar.
Essa tendência, que se iniciou como um happy hour convencional, hoje assume outros contornos, sendo os encontros até patrocinados pelas empresas, mesmo que esses encontros sejam de ex-funcionários!
No Brasil, o networking começou a ganhar força a poucos anos com a ajuda da Internet; mesmo assim os profissionais ainda não estão acostumados a utilizar este tipo de ferramenta na conquista por um novo emprego.
Isso significa que manter um bom relacionamento com chefes e colegas é sempre positivo. A contratação de um novo profissional é sempre um risco e um custo para a empresa, pois muitas contratações acabam não dando certo por falta de adaptabilidade do empregado ou da empresa. É sempre bom lembrar que os ex-colegas ou chefes também mudam de emprego, criando assim uma rede de relacionamentos, o networking.

                                          Fonte: Blog Zé Folgado...http://www.presenteparahomem.com.br/

O que NÃO fazer, numa entrevista.


Como se preparar para processos seletivos quando for convocado para uma vaga? Calma, o Nube vai te ajudar!
Marcelo Cunha, analista de Treinamento e Desenvolvimento do Nube, afirma: “durante as entrevistas, alguns comportamentos desfavorecem a participação do candidato”. Ele preparou uma lista muito importante de atitudes erradas, preste atenção!

NUNCA FAZER:
- Atrasar-se;
- Não ter conhecimento sobre a vaga ou empresa;
- Ter falta de atenção com as pessoas, não cumprimentar os demais participantes ou funcionários da empresa,
- Evitar o contato visual;
- Falar alto, utilizar expressões ou palavras de teor ofensivo e pronunciar gírias;
- Mascar chicletes durante a apresentação;
- Utilizar vestimentas informais, insinuantes ou extravagantes;
- Forçar intimidade com os colegas ou selecionador.
Aprendeu? Fique alerta para não cometer deslizes num momento tão determinante. Com essas dicas, você com certeza vai mandar bem!

                                                                                           Fonte: Blog da Estácio
                                                                             http://blog.vagasestacio.com.br/

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Novo Processo Seletivo para Trainee ROV - Subsea7 - até 18/04/2014

Caros blogueiros e candidatos com CREA, novo Processo Seletivo aberto para Piloto Trainee de ROV, na Subsea7 do Brasil.
Inscrições somente pelo link no final desta postagem, até 18/04/2014.
NÃO PERCAM TEMPO! Não deixem para o último dia, pois o cadastro é demorado.

Aqui vai a publicação:

Programa Trainee ROV - 2014 - SUBSEA7

1) Perfil:
- Formação Técnica com CREA ,ou Protocolo do CREA em: Eletrônica, Mecânica, Eletrotécnica, Eletromecânica ou Mecatrônica; 


2) Residência: nenhum Estado do RJ; ---- "Sinceramente não entendi".

3) Desejável Experiência na área industrial com Manutenção de Equipamentos ou Experiência no exterior;

4) Conhecimentos: fazer Pacote de escritório (informática - windows e office) e desejável Programação; Inglês Intermediário; 

5) Conteúdo da Prova:
a)Eletrônica: Conversor Digital Analógico / Circuitos Lógicos / Cálculos de Tensão e POTÊNCIA / Resistores / Regulador de Tensão / Amplificadores Operacionais; 

b) Mecânica: TIPOS de Manutenção / Hidráulica: simbologia e Circuitos hidráulicos / Resistência dos MATERIAIS / Usinagem / Desenho Técnico / Leitura de paquímetro / Conversão de Unidades / Tratamentos Térmicos; 

c) Elétrica: Resistores / Capacitores / Indutores / Medidas Elétricas; 

6) Cronograma: - Prazo de INSCRIÇÃO: Ate 18/04/2014 - Aplicação da prova Técnica: Dados e Locais A definir - Macaé, RJ - Resultado da prova: www.subsea7.com.br- Dinâmica de Grupo: Dados A definir - Rio das Ostras Base de Dados - Resultado da Dinâmica: www.subsea7.com.br - Entrevistas RH e Técnica: Dados A definir - Base de Rio das Ostras - Avaliação Psicológica: Dados A definir - Rio de Janeiro - Exame Médico: Dados A definir - e Macaé Rio de Janeiro - Entrega de Documentos: Via e-mail - Admissão: Os dados A definir - Rio de Janeiro

7) Link para cadastro
https://careers.subsea7.com/Exp/VacancyInformation.aspx?VId=55941&source=Indeed




É isso! Boa sorte à todos!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Matérias que podem cair em mecânica teórica - Prova de trainee ROV

Caros amigos,

Não são poucos aqueles que continuam a querer detalhes sobre as as provas teóricas para trainee de ROV.
Num post antigo, eu mencionei as matérias de eletrotécnica e eletrônica, que eu tinha em mente.
Então nada mais justo do que dar 1 pequena ajuda para o pessoal de mecânica.
Faço isto pois não concordo que as empresas não apresentem uma ementa para ser estudada, antes da prova, pois os cursos são muito longos, e os candidatos não sabem por onde começar.
Por outro lado, vocês já me viram dizer num post antigo, que eu não gosto de dar peixes fritos prontos. Prefiro ensinar a pescar. E é nessa linha de raciocínio que estou fazendo este post. Volto a dizer que na minha época NINGUÉM me ajudou, nem falando as matérias... então, não me venham pedir mais do que isso, ok? Além disso, se eu ajudo alguém, por e-mail, é minha obrigação ajudar a todos, por aqui.

O que eu posso dizer sobre a prova de mecânica, não é muito, pois eu fiz a prova de eletrotécnica.
A partir da minha vivência, apenas,  posso adiantar que vocês irão fazer prova na parte teórica da mecânica.

Teoria sobre:
- unidades de medidas e conversões,
- leitura de medidas em paquímetro e micrômetro;
- Conversão, entre mm e polegadas,
- utilização das ferramentas, de uma forma segura,
- leitura de manuais e desenho técnico;
- NR´s aplicadas à mecânica, ferramentas e segurança;
- tipos de manutenção: corretiva, preventiva e preditiva.

Acho que são essas coisas básicas. De ROV mesmo, específico, eles não perguntam nada que não seja básico ... do conhecimento básico de mecânica.
Depois dessa prova terórica, vc deve fazer dinâmica de grupo, entrevista técnica para conversar sobre suas experiências anteriores, e 1 teste psicotécnico, com redação.
Pelo menos, foi assim comigo, quando entrei na Subsea7.
Espero que eu tenha ajudado! Boa sorte a todos!
Estudem que vocês conseguem! Nada de deixar para a véspera!
Até breve!
José Dantas

Novas vagas para trainee ROV - Subsea7 - até 30.08.2013

Prezados blogueiros,

A empresa que eu trabalho, a Subsea7 do Brasil, abriu novas vagas para seleção de trainee ROV.

Não deixe para os últimos dias. Façam seu cadastro pelo link:



Boa sorte à todos!


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Atividades Offshore onde não é exigido o curso de INGLÊS.

Prezados blogueiros, boa tarde!
Desculpem-me o sumiço! Minha escala offshore está terrível, com poucos dias de folga.

Uma pessoa perguntou-me sobre atividades offshore que NÃO requerem a exigência de curso de inglês (muito comum nos dias de hoje). Vamos lá:

1- Algumas empresas realmente pedem inglês para TODAS as atividades. Porém isso não é uma regra. Algumas só pedem para cargos de supervisão e chefia. Depende da quantidade de GRINGOS que a empresa tem nas suas plataformas. A Queiroz Galvão, a OGX, a Schahin, por exemplo...  aceitam com inglês básico nas atividades iniciais;

2- Quando uma pessoa só tem o segundo grau, e deseja entrar na área offshore. O que está difícil, nos dias de hoje, são os candidatos desejarem entrar sem uma formação. Por exemplo, se vc tiver um CREA, em alguma das 4 atividades principais: eletrotécnica, eletrônica, mecatrônica, mecânica... Será MUITO mais fácil vc conseguir alguma colocação. Porém, caso não tenha, segue as atividades que eles NÃO cobram o inglês fluente:
- caldeireiro e/ou soldador;
- pintor industrial  e/ou montador de andaimes:
- homem de área, plataformista e torrista;
- serviços de hotelaria, que possuem remunerações mais baixas ( taifeiro, salonista, aux. cozinha, etc).

3- As outras atividades mais técnicas, precisam de 1 CREA, com certeza. Vc poderá ver a lista destas atividades, num post antigo, aqui no meu blog. Leia ele com mais detalhes, que tem muito à respeito!
Espero ter ajudado!
Boa sorte!
Meu cordial abraço!
José Dantas

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Lista de Empresas de ROV e Manutenção Elétrica / Mecânica, na área do Petróleo.


Algo que muitos perguntam, é a respeito do nome das empresas.
Não vou passar o site ou e-mail de todas. Seria o cúmulo da preguiça do candidato.
Quem quer trabalho tem que ralar, e fazer por merecer.
Só a lista à seguir, por sí só é muito valiosa. Eu nunca a encontrei em lugar algum.

Vou repetir outra coisa: NÃO procure APENAS por ROV. A área de petróleo tem outras funções, que pagam até MAIS que o ROV. Manutenção elétrica, eletrônica, ou mecânica , pagam muito bem à técnicos com CREA.

No ROV temos várias empresas. Existem outras pequenas, ou com poucos contratos. Seguem as maiores:
- Subsea7;
- Oceaneering ( Marine);
- DOF subsea;
- Technip;
- Fugro Marsat;
- C-Innovation;
- RRC Robótica Submarina,... etc.

Agora de uma forma geral, o petróleo tem a área de manutenção elétrica, que tem ótimos salários. Procure as empresas donas de plataformas como:
- OGX e EBX;
- Schahin;
- Noble;
- Seadrill;
- Brasdrill;
- Etesco;
- Ensco (comprou a Pride);
- Queiroz Galvão Oil e Gás ( QGOG );
- Odebrecht Oil e Gás ( OOG );
- Ocean Rig;
- Skanska L.A.;
- TransOcean, ... etc ...

Outras empresas que aceitam técnicos de manutenção elétrica e/ou mecânica:

- Baker Hughes,
- Halliburton,
- Weatherford,
- Schlumberger;
- NOV - National Oil Varco;
- GE Oil e Gás;
- TransEletron;
- Expro;
- Tetra;
- BJ ... etc.

Estas são as empresas maiores que tenho conhecimento, e que ví, nas diversas unidades pelas quais passei.

Outra coisa: todas as empresas acima, vc pode se inscrever pelo site, na internet. NÃO precisa ir à Macaé, pois lá elas não aceitam CV em mãos. NÃO PERCA $$$$$$, viajando à Macaé.
Sem sair de casa, você arruma trabalho. Comigo foi assim.
Utilize a internet como ferramenta poderosa que é, para vc resolver seu futuro.
A internet não se resume apenas ao Facebook!! Se liga!...kkkk
Boa sorte à todos!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Perguntas Frequentes - ROV


Galera, fiz outro resumo das perguntas mais frequentes sobre ROV. Como eu não vou ficar me repetindo, respondendo à todos, fiz este resumo . Está ótimo!
Lá vai .....



  1. Qual real R$ salário pago a um treinee de ROV e posteriormente operador, tecnico e supervisor?
Resp. Trainee começa com +- R$ 2.300,00 ( incluído tudo). piloto tem 3 níveis ... 1 mil a cada subida de escala. Supervisor está na faixa de R$ 6.500,00 
  1. Qual é a dinâmica da progressão de trainee até supervisor?
Resp. Depende das pessoas. Os mais dinâmicos conseguem subir a cada 2 anos, cada escala. Piloto 1, piloto 2, piloto 3, supervisor 1 ...etc ...
 
  1. Quais são as exigências ( qualificações ) cobradas pelas as empresas?

Resp. Somente CREA de técnico. Inglês intermediário. Para supervisor Inglês fluente. 
  1. É necessário além de um curso técnico ( eletrônica, mecânica, eletrotécnica, mecatrônica ) mais algum curso especifico para se trabalhar como operador de ROV?
Resp. NÃO. 
 
  1. Como que é o dia a dia de um trainee ou técnico/operador de ROV embarcado?
Resp. Trabalha 12 hr / dia, por 14 dias seguidos, se estiver em escala fixa e uniforme. Descansa 14 dias. 
  1. De fato a escala praticada é 15/15?
Resp. 14 x 14. Atualmente eu estou em escala de rodízio de equipe extra. Sem dia certo para subir ou descer.
  1. Realmente acontece de algumas vezes não se conseguir desembarcar na data prevista, em razão da necessidade do trabalho? As horas extras são boas?
Resp. Se vc fica mais de 12 hr no seu turno, NÃO ganha hora extra. Isso não existe. Se vc fica além de 14 dias, por causa do mal tempo, ou serviço extra, ai você ganha DOBRA. Isso sim existe.  
  1. E finalmente, ... a idade pode ser uma barreira ou mesmo assim, com uma boa qualificação e especialização o candidato pode ser aproveitado ( além dos cursos acima mencionados )?

Resp. Algumas poucas empresas ACEITAM candidatos acima dos 30 anos. São poucas, e a Subsea7 é uma delas, graças à DEUS!! 



Espero que sirva para MUITOS!!
Até breve! Boa sorte!

Dúvidas sobre as carreiras Offshore, e de ROV.

Prezados blogueiros:

Em uma postagem antiga eu escrevi sobre estes assuntos.
Porém, como recebo ainda MUITAS perguntas à respeito de ROV, e as carreiras offshore, em geral, vou fazer aqui um resumo das perguntas mais feitas à mim:




Quem pode fazer este curso de ROV?

 Resp. O curso de ROV pode ser feito por qualquer pessoa que tenha CREA de técnico. Porém, um fato importante: a empresa de ROV chama para fazer uma prova técnica. A pessoa, tendo o curso de ROV , ou não, pode fazer. 
O que as EMPRESAS exigem é o CREA , em alguma destas 4 áreas: eletrotécnica, eletrônica, eletromecânica ( ou mecatrônica), e mecânica.
Então... não precisa ter curso de ROV para entrar na área, como trainee ( piloto sem experiência).


É preciso ter curso de ROV , para entrar como Piloto ROV trainee, em alguma empresa?

NÃO. Basta ter o CREA de técnico, numa das 4 áreas acima.


Onde tem este curso de ROV?

Resp. Qual a tua cidade? Existe curso de ROV em: Rio de Janeiro, Macaé e Santos. Porém, como eu disse, não adianta fazer este curso se não tiver um dos 4 CREAS acima citados.

 
É uma profissão perigosa?

Resp. Todo funcionário que trabalha embarcado, corre um certo risco. Porém, com os devidos cuidados , e muita atenção no trabalho, quase ninguém se machuca gravemente. Então não é só o ROV que oferece perigo... o ambiente embarcado é perigoso para todos que estão lá.

 
O mercado realmente é bom?

Resp. O mercado Offshore (trabalho embarcado) já foi melhor, com salários melhores, antes do ano de 2000. Contudo, ainda hoje, e por mais alguns anos, será um mercado com salários um pouco melhores que os de terra (Onshore). Importante lembrar que está cada vez mais difícil entrar. Requer persistência e estudos constantes.


Bem, é este o resumo!
Espero ter ajudado.

Vagas em ROV - Subsea7 Brasil - até 15.02.2013

Prezados,

Aqui está o link direto para as vagas, em ROV, na Subsea7 do Brasil, para trainees ( pilotos sem experiência).

Aconselho se inscrever até 14 de fevereiro!

https://careers.subsea7.com/Exp/VacancyInformation.aspx?VId=53997

Boa sorte à todos em 2013!

Novas Oportunidades para ROV - Fev/2013

Caros amigos,

Um colega de trabalho me informou uma página de curso, a Petrotek, que está divulgando vagas para ROV.
Como é de interesse de todos, vou divulgar aqui.
Não sei detalhes. Caso alguém se interesse, aconselho entrar em contato diretamente pelo site da empresa que está contratando.

http://www.petrotek.com.br/#!notcias/cilr

Boa sorte à todos! Boas operações!

Voltarei em breve!

Aos colegas, amigos e seguidores deste blog:
Estou sem tempo de atualizar o blog, devido a falta de escala fixa no meu trabalho.
Contudo, em breve retornarei respondendo à todos que me escreveram!

Cuidado no feriadão do carnaval! Sucesso em 2013!
Meu cordial abraço!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Vida de Embarcado !

Fotos para relaxar, durante a folga.

Porque uma imagem vale mais que mil palavras!

















Tem gente que acha que é assim que passo os dias aqui a bordo!!













segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ROV - Novo Processo Seletivo para a Subsea7 do Brasil - 2012


Prezados,

Informo que as inscrições para o Programa Trainee ROV – 5ª Turma estão abertas e o prazo de inscrição é até o dia 28/09/2012.
Os candidatos deverão se cadastrar, diretamente, no link: 

 https://careers.subsea7.com/exp/VacancyDetails.aspx?VacancyId=53014

Boa sorte à todos!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Funções existentes dentro de uma plataforma de petróleo - RESUMO

Caros amigos,

Este resumo eu estou literalmente copiando do meu amigo de trabalho, o Marcelo Gaspar, devido a sua grande importância.
Acredito que é extremamente fundamental saber o nome de cada função, e o que o trabalhador desta função faz.
Muito útil para todos que desejam ingressar na área OFFSHORE. Lá vai...


Pra galera que ainda não sabe as funções que existem em uma plataforma:

A equipe de perfuração é composta pelas seguintes funções:

Toolpusher - É o encarregado da equipe de Perfuração. O responsável direto
pela mesma e que reportará ao Company Man (Supervisor de Perfuração da
Operadora)
Driller (Sondador) - Profissional que comanda a perfuração. É ele que opera
o Top Drive, coloca o peso na coluna de perfuração, controla a pressão e etc.
Assistente de Driller - Como o nome diz, auxilia o Driller em suas
atividades.
Torrista (Derrickman) - Apesar do nome, não é o Torrista que fica na lá em
cima na torre, como muitos pensam. O Torrista tem um dos trabalhos mais
importantes e complexos da atividade da perfuração. Ele é o responsável pelo
controle da vazão da lama de perfuração, pela operação das bombas de lama e
demais atividades pertinentes a isso, trabalhando em conjunto com o Químico.
Assistente de Torrista - O assistente de torrista, em algumas empresas,
também chamado de bombeiro, que é o profissional que fica manobrando os tubos no
monkey board, nome dado ao alto da torre, próximo ao topo, onde se armazenam os
tubos.
Plataformista (Roughneck) - É o famoso profissional que conecta e manobra as
colunas de perfuração, que sempre aparecem nos vídeos de manobras e conexões de
tubos.

Já a Equipe de Movimentação de Carga é composta pelos:

Deck Pusher - É o líder dos guindasteiros. Ele coordena todos que trabalham na movimentação de cargas. Inclusive o backload e transbordo de cargas e pessoas, de/para outra embarcação.
Guindasteiros - É o Operador de Guindaste. Tanto na movimentação de cargas
dentro da plataforma, como para auxiliar na perfuração, movimentando os tubos e
revestimentos.
Auxiliar de Guindasteiro - É aquele que Auxilia o Guindasteiro nas manobras
de cargas com sinais visuais e orientação externa.
Homem de Área (Roustaboud) - Talvez como muitos pensam também, o Homem de
Área não fica na perfuração, e sim auxilia a movimentação das cargas e limpeza
da área.


A Equipe de Subsea é composta por profissionais responsáveis pela instalação e
manutenção dos equipamentos subsea, como BOP, Risers, Árvore de Natal e etc.


A Equipe de Segurança é composta pelos chamados RSTC, que são os Coordenadores
de Segurança e Treinamento, da Equipe de Perfuração. Ele, juntamente com o
Técnico de Segurança da empresa operadora, são os responsáveis pela segurança
da plataforma. São 2 a bordo por turma, cada um em um turno.


Para dar suporte à toda essa atividade, existe a equipe de Manutenção, composta
por Mecânicos, Mecânicos de Máquinas, Eletricistas, Eletrônicos, Soldadores e etc, responsáveis por
fazer toda manutenção dos equipamentos numa sonda.


Como uma atividade onde a quantidade de materiais e ferramentas são imensas, é
imprescindível ter uma pessoa responsável por eles. Esse papel é desempenhado
pelo Almoxarife Offshore.


Não posso deixar de comentar sobre o próprio pessoal de ROV. Cuidam do veículo de operação remota, suas atividades, mergulhos e manutenções dos mesmos. Equipe básica: 1 supervisor e 2 pilotos. ...e ...

Por último, mas não menos importante, outro grupo fundamental, que têm que existir em qualquer tipo de plataforma:

Eles são o pessoal do Catering - empresas tercerizadas pela dona da plataforma, que cuidam da cozinha e dos camarotes. São várias funções, tais como: Nutricionista ( líder de todo esse grupo), cozinheiros, ajudantes de cozinha, saloneiros, taifeiros, roupeiros, etc.

Desculpem-me se esqueci de alguém. Qualquer coisa, só falar..:)

Valeu Marcelo!
Abraços à todos!...[]´s

Porque é tão difícil conseguir ajuda, na internet, para arrumar trabalho ??

Aproveitando o comentário de uma pessoa que me escreveu, o Rafael, eu vou dar agora a minha opinião do porquê é tão difícil conseguir ajuda, pela internet, para arrumar trabalho na área e petróleo, ou qualquer outra.

Há 15 anos atrás, eu já procurava emprego, e as únicas opções para se conseguir era ler o caderno de empregos dos jornais.
Agora no século 21, com a criação das redes sociais ( msn, facebook, orkut, linkedin e outros), o trabalho de procurar um emprego digno e honesto poderia ser facilitado. Contudo, na prática, por experiência própria, continua sendo uma tarefa árdua, dura e desgastante. É muito comum o candidato desistir antes de conseguir, e partir para uma atividade com remuneração mais baixa, e fora de sua especialidade.

Mas porquê é tão difícil conseguir emprego, pela internet?? 

Não vou dizer o que eu acho, e sim o que aconteceu, de fato, comigo:
Desde a época que eu procurava por 1 colocação na área de petróleo, raramente conseguia algum auxílio. Indicação direta e seria , então,  não consegui nenhuma.

Hoje estou do outro lado, já empregado, e vejo os 2 lados da moeda.
Você que está lendo isso não vai encontrar isto escrito em lugar NENHUM, e nenhuma pessoa de RH vai também te dizer. No entanto, estes são os fatos pelos quais acaba sendo tão difícil se conseguir trabalho, pela internet:

Enquanto há pessoas boas e ruins procurando uma vaga, desesperadamente, sem ter sucesso;

Do outro lado, há os que estão empregados. Estes, quando entram nos sites , blogs e redes sociais, só vêem aquela parte das pessoas que desejam indicações,e empregos, de mão beijada. Isto é fato real!

Eu corria atrás dos sites das empresas, até achar o endereço para enviar meu CV. E olha que enviei mais de 500 CVs, sem medo de errar.

Hoje as pessoas querem a lista pronta de e-mails, e ainda por cima querem que seja enviado para o e-mail deles.... kkk ... tem que rir.
Tenho visto centenas de casos assim pelo orkut. Não se dão nem ao trabalho de ler a postagem do início, repetem a mesma pergunta várias vezes,...  e o que é pior ...Isso eu não tenho paciência....
Se o post é APENAS de ofertas de emprego, porque entram os ignorantes para colocar seu CV, e pedir uma vaga??? Aquele post acaba ficando desprestigiado, e todos saem perdendo com isso.

Por esta razão, acabam por generalizar todos os candidatos, bons e ruins, sérios e moleques, num bolo só, e ninguém ajuda ninguém.

Esse é o lema de hoje em dia:
"Cada um por si, e DEUS por todos!"
"Farinha pouca, meu pirão primeiro"
E por ai vai ...

Mas eu faço a minha parte. Continuo ajudando. Porém, como dizem os antigos, "eu ensino à pescar, mas não se deve dar o peixe pronto. Ninguém dá valor ao que se ganha, sem sacrifício". Se vc não aprendeu isso, a vida vai te ensinar da forma mais dolorosa !
Até breve! Abraços!...[]´s

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Matérias que costumam cair nos processos seletivos para ROV

Caros blogueiros,
Em uma resposta de postagem, eu já falei neste assunto. Porém aqui tentarei ser o mais completo possível. Estarei falando nas matérias que costumam cair nas provas de eletrotécnica e eletrônica. Não faço idéia do que cai na prova de mecânica.



A matéria não é a mesma em todas as empresas, contudo giram sempre em torno de 1 eixo comum.
Como referência vc pode pegar a ementa da prova da petrobrás, para técnico de eletrônica e eletrotécnica.
Sim, sempre caem questões com cálculos.

São elas:
-Lei de ohm, potência, capacitor e resistor equivalentes;
-Transistor : todas as polarizações possíveis e cálculo de ganho nas diferentes configurações;
- Regulador de tensão;
- SCRs e tipos de fontes;
- Amplificadores Operacionais;
- Eletrônica digital, portas lógicas e tabelas verdade. Cálculo de porta equivalente;
- Leitura em Multímetro, Osciloscópio, grandezas e unidades de medidas elétricas;
- Motor de indução trifásico;

Pode ser que haja mais alguma coisa, principalmente se a empresa fornecer, antecipadamente, a matéria 
que vai cair. Se não fornecer, este é um bom resumo.

Eu fiz redação, em português.
Algumas empresas podem pedir redação em português ou inglês.

Também fiz vários testes psicológicos, dinâmicas em grupo, entrevista técnica com 1 gerente de projeto, 
e vários exames de saúde. Todos de caráter eliminatório. No total, foram 5 etapas, em dias diferentes,
e em cidades diferentes.

Espero ter ajudado! Até breve!....[]´s

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Dificuldades antes de entrar na área Offshore, em geral.

Sei que já comentei sobre este assunto antes, mas como continuo a receber dúvidas, vou postar mais detalhes à respeito:


Atualmente, na área offshore, as empresas pedem normalmente 4 coisas:
1- Algum CREA;
2- O inglês, no mínimo intermediário, para conversação e leitura de manuais; 
3- Experiência offshore;
4- Infelizmente não é pedida, mas é a mais importante: Indicação de algum funcionário da empresa. Se você tem este conhecimento, aproveite!! Se não tem, como eu não tive, esforce-se nos itens 1 e 2 (foi o que eu fiz)!!!


Então vamos falar nos itens 1 e 2 acima, que são os únicos possíveis para as pessoas normais.
Se vc não tem CREA, dificilmente entrará na área. Ou entrará como iniciante, que eles chamam de homem de área (Roustabout). Esta carreira é muito disputada, pois todos que não tem estudos técnicos tentam entrar em Offshore por ela.



Se vc quer ter CREA, mas não sabe qual carreira escolher: Faça mecatrônica, mecânica, eletrotécnica, eletrônica ou automação. São estas as áreas com possibilidades dentro do mundo offshore. Qualquer um desses cursos é muito bom para ter bagagem técnica, mas tem que ser em escola que dê o CREA. Pois ele é fundamental.
Qual você deve escolher? Aquele que você gostar mais, pois será o dia-a-dia no seu futuro. E ninguém merece trabalhar em algo que não gosta, apenas pelo salário. Logo logo você estará farto e sairá, se não gostar do que faz.

Agora falando especificamente em ROV, NÃO se prenda apenas em conseguir alguma vaga em ROV, abra seus horizontes e tente entrar em OFFSHORE pela primeira oportunidade que você conseguir. Tem MUITA gente tentando ROV, por causa das lendas que eu contei na postagem anterior. 


E a realidade é mais dura do que parece: as provas são difíceis, NÃO se ganha bem, para começar, e a concorrência atualmente está alta. Vou lhes confessar 1 particular meu: eu ganho 2.400 bruto (inicial- setembro/2011), com taxa de embarque já... é pouco.





Então, como eu havia falado antes, NÃO se prenda APENAS em ROV. Vc precisa tentar as outras profissões que o curso permite: Se fizer eletrotécnica ou automação, vc pode ser eletricista. Se fizer mecânica ou mecatrônica, pode ser mecânico ou eletrônico ... e assim por diante....
Essas carreiras pagam melhor que ROV, na área offshore, e tem mais empresas contratando. Assim a chance de entrar é maior. Depois , se você quiser MUITO o ROV, poderá mudar, porém eu acho difícil!! Você vai desistir do ROV, porque não desejará ganhar MENOS, apenas pelo status do ROV.


Pessoal, vou falar sério sobre uma coisa que um amigo de trabalho, mais experiente sempre fala: "Quando eu vou no supermercado, ou vou trocar de carro, eles não perguntam se eu sou do ROV. Eles querem saber é a forma de pagamento". Então, meus amigos, o salário é mais importante que o status, OK?? Entenderam a minha colocação?


Atualmente, no navio que eu trabalho, o eletricista e o mecânico ganham o dobro que eu ganho, e o eletrônico ganha 4 vezes o que eu ganho. E não é cargo de chefia não. É de técnico.


Em offshore, o difícil é entrar. Sem padrinho, e sem experiência embarcado, como eu, levei quase 2 anos.
Não desanime se vc não passar na 1ª prova, ou na 2ª. O importante é não desistir. Vocês que têm pouca idade,  é isso que eles querem. Aproveitem!!


RESUMINDO PARA TERMINAR:

Estudem o que você gostarem, pois será o seu dia-a-dia.

Outra coisa que falei (item 2 acima), e repito sempre, é sobre inglês. Se vc não tem, ou é fraco, então VOLTE À ESTUDAR INGLÊS. Mesmo q a empresa não exija, isso é muito importante. Talvez vc pegue 1 chefe gringo, e terá q conversar com ele em inglês.


So, go pick up his books and study!
Do not just whining of life!
You'll win in the end!

Best Regards!




quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Desmistificando 2 lendas mentirosas: 1- Ganha-se bem, no início. 2- O serviço é fácil e simples. É como jogar videogame, apenas.

Nesta postagem vou comentar com mais detalhes sobre 2 assuntos importantes, e que já foram mencionados brevemente por mim, em tópicos anteriores.
Para quem não é da área, é muito comum ter uma idéia errônea, pois muito se comenta sobre isto na internet ... e poucos tem coragem de ser sinceros, e falar o que de verdade existe.
Vamos lá aos fatos reais:

1- Ganha-se bem, no início. Quantos já não ouviram as frases: "O meu amigo tem um conhecido que disse que ganha mais de R$ 10.000,00/mês"."Os salários iniciais no ROV são de R$ 5.000,00".


Há muitos anos atrás, quando a atividade era pouco conhecida, e só existiam poucos profissionais habilitados, com experiência nos campos de petróleo do exterior.... sim, era uma atividade bem remunerada, desde os primeiros meses de trabalho.
Com o passar das décadas, mais pessoas se interessaram em capacitar-se. Cursos foram criados. A oferta de trabalho aumentou. Com isso, os salários foram diminuindo.

Atualmente, exceto raras exceções, as empresas pagam um salário inicial para Operador Trainee de ROV, na faixa entre R$ 800,00 e R$ 1.300,00. Com as gratificações extras de embarque, chegam a algo em torno de R$ 2.000,00 a R$ 2.300,00, em valores líquidos.

Com a experiência adquirida, e a evolução dentro da carreira, é possível chegar aos salários de R$ 8.000,00 para supervisores, e até acima, para cargos de gerência e superintendência. Reforço apenas que isto é fruto integral de sua dedicação e afinco profissional. Não são todos que conseguem tal mérito.

Para aqueles que ouviram falar na carreira internacional, as diárias realmente podem chegar ao patamar de US$ 500 a US$ 800/dia. Porém, não se recebe por dias de folga, nem há outros benefícios adicionais. Além disso há pesadas taxas e impostos que são descontados na fonte e no país de destino.
Com a baixa cotação do dólar, frente ao real, o que se vê atualmente é 1 desejo de retorno dos operadores de ROV que trabalham no estrangeiro, a voltar ao mercado de trabalho brasileiro. Poucos não são os casos, atualmente, daqueles que retornaram.



2- O serviço é fácil e simples. É como jogar videogame, apenas.

Podemos dizer que só se espalha a parte boa do trabalho. É comum falarem conosco o seguinte: " Seu trabalho é fácil. É só ficar sentado, no ar condicionado, pilotando 1 joystick. E vc ainda tem 14 dias de folga por mês".

Realmente é um comentário de quem NÃO conhece o dia-a-dia da área de ROV.

A pilotagem do veículo faz parte das atividades diárias. Porém não é só isto. A equipe, normalmente composta de 3 pessoas, têm de cuidar de todo o sistema. Deixá-lo em perfeitas condições de manutenção. É justamente a manutenção preventiva e corretiva do sistema que demanda o maior número de horas de trabalho.

Um sistema completo de ROV pode ser resumido nestas unidades:
-gerador elétrico à diesel, ou moto-alternador;
-control van, com os sistemas de controle, vídeo, navegação, controle de potência e lançamento;
-work shop, que é uma oficina aparelhada com ferramentas e spares(peças sobressalentes);
-sistema de lançamento A-Frame, composto de: guincho, cabine de controle, power pack, level wind;
-veículo ROV, com complexos sistemas elétricos, eletrônicos, mecânicos e hidráulicos;
-gerador de hidráulica, para serviços de manutenção, na superfície, chamado Charge Cart.

Todos os componentes acima requerem manutenção constante. São equipamentos pesados que necessitam de olhos atentos, pois os mesmos, adicionados ao ambiente perigoso e hostil de um convés de embarcação, resultam na necessidade de atenção redobrada para minimizar e dirimir acidentes de trabalho.

Ferramentas adequadas, equipamentos de proteção individual (EPI) completos e procedimentos sempre seguidos, são fatores indispensáveis à boa realização de qualquer tarefa, nestes mesmos ambientes hostis.

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Sei que fui muito resumido nestes 2 assuntos, para que não se tornasse uma leitura enfadonha.
Espero ter esclarecido mais à respeito, nesta área de tão poucas informações divulgadas ao público.
Meu cordial abraço! Boas operações!
Dantas..[]´s




segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Desabafo sobre a crise de empregos, na área do petróleo, em 2011.

Esta matéria eu escrevi numa comunidade do orkut, e achei o tema tão interessante e atual, que trouxe para cá, na íntegra. Tenho a certeza de que, se nada for modificado, veremos este mesmo ambiente, daqui há 5 ou 10 anos.
Vocês não acham que há alguma coisa de errado no panorama de empregos da área de petróleo, de uns anos para cá, até os dias de hoje??

Pois vejamos o PARADOXO:
PREMISSA 1- A partir de 2009, as descobertas de várias novas reservas de petróleo fez com que o Brasil se tornasse auto-suficiente.  Após estas descobertas, ainda fomos presenteados com novas jazidas em novos campos mais profundos: os chamados campos do pré-sal. Enfim, o setor do petróleo no Brasil está em ebulição e é a única área do planeta que está em EXPANSÃO;

PREMISSA 2- Neste mesmo período, APESAR DE TODAS AS MENTIRAS apregoadas pela TV, as pessoas estão com MUITAS dificuldades de encontrar uma colocação, ou uma recolocação no mercado de trabalho. As redes sociais estão repletas de ofertas de currículos, os recém-formados não conseguem emprego, e NADA que os famigerados meios de comunicação tradicionais falem, vai melhorar a vida daqueles que como eu, estudaram mais de 20 anos, e não tem reais oportunidades de 1 trabalho digno. Também não estou considerando as estatísticas oficiais sobre emprego, que traduzem a mesma balela dos índices de inflação.

Resumo: premissa 1= aumento de postos de trabalho, vagas;
              premissa 2= aumento de pessoas empregadas;    
              então como pode ser: Para 1=verdade, temos 2= falso???   


Venho acompanhando a evolução da internet, e as redes sociais há anos (desde 1994, quando reiniciei a Universidade de Engenharia). Confesso que tinha o desejo que esse tipo de mídia (digital), por ser grátis e poderosa, pudesse ser 1 fator de melhora e facilitadora na difusão das vagas de emprego.

Mas o que vemos não é isso... está um verdadeiro MARASMO, e NÃO reflete o "boom" que a área de petróleo se encontra, e vai ficar até 2014/16. Eu tenho opiniões radicais à respeito. Não espero que todos concordem, mas se avaliarem antes de comentarem, poderão me compreender:

1- MÍDIAS TRADICIONAIS - RÁDIOS E TVs :
A TV VENDE A IMAGEM DE ALGUMAS LENDAS. Principalmente o quarto poder nas mãos da poderosa global, procura alardear, em todos seus tele-jornais, SEMPRE as mesmas 3 LENDAS MENTIROSAS:
a) Existem milhares de vagas disponíveis na indústria do petróleo, e que essas vagas estão sendo preenchidas pelos estrangeiros, porque não temos profissionais qualificados. MENTIRA - o que existe é um desejo, por parte das empresas, de APENAS contrarar profissionais prontos, sem necessitar que precisem dar treinamentos adequados. Eles preferem pegar funcionários de outras empresas, no Brasil e lá fora, somente porque não querem "perder" seu tempo qualificando;

b) Existem vagas para TODAS as idades! MENTIRA- Somente os jovens até 30 anos são aceitos nos pragramas de trainee de nível superior, pois aqueles que já tem mais de 30 anos não poderiam "pagar" o que a empresa investiu neles, ao longo de sua "pequena" vida útil de trabalho, já que tem mais idade;

c) Os salários iniciais, na indústria do petróleo, são ALTOS, e o serviço é FÁCIL. MENTIRA - Não podemos confundir salário base , com os aditivos de embarque. O salário base é bem baixo, e os aditivos são relevantes à gravidade e ao perigo do serviço. Somente após 3 ou 4 anos de experiência offshore é que vc consegue ter a oportunidade de melhorar teu salário. E de uma forma geral, a vida offshore é bastante dura e de difícil adaptação.



2- MÍDIAS CONTEMPORÂNEAS DIGITAIS- INTERNET e REDES SOCIAIS :
A mídia digital não caminha mais rápido, pois está quase totalmente atrelada às empresas de RH, Outplacement, Head Hunter, Executive Coaching, Outsourcing, ... enfim, todos os serviços tercerizados de RH que foram criados no século 21 para ficarem como intermediários entre as empresas e os candidatos.

Ou seja: a maioria das empresas enxugou seu quadro de funcionários, onde os funcionários de RH que selecionavam os currículos dos candidatos, foram substituídos por empresas terceiras que fazem atualmente esta função.

Além disso, há uma tendência mundial das empresas ( não sei de que teoria pseudo-psicológica tiraram isso), de expurgar candidatos não capacitados e os não-jovens dos processos seletivos. Isto é um contra-senso.

Se a empresa aceitar pessoas mais velhas, e lhes der 1 treinamento adequado, que não ultrapassará 3 meses, essa pessoa mais madura aceitará 1 salário digno e não vai trocar a empresa por outra, apenas por 1 salário melhor ... mesmo porque ele sabe que é difícil conseguir uma recolocação, quando se tem mais idade. Além disso será agradecido pela empresa que lhe deu qualificação adequada.

Mas o que vemos não é isso: oferecem vagas apenas aos mais jovens que tiveram oportunidade (leia-se $$$) de fazer cursos extras ... e na primeira oportunidade, estes mesmos jovens trocam de empresa como se troca de roupa. Às vezes por salários um pouco melhores, ou um outro pequeno benefício.

QUEM SAI GANHANDO COM ISSO ???
As empresas ainda não perceberam que elas NÃO ganham NADA com isso, mas continuam com as mesmas práticas. Vai entender ....:(
Meu cordial abraço à todos!